Novena a Juan Pablo II, el Grande, para acelerar la Operación Suicidio de la FSSPX (en portugués)

Gracias Sandra por la traducción

Novena ao Bem aventurado João Paulo II, o Grande

para acelerar a operação suicídio da FSSPX

Oh Bem aventurado João Paulo, Tu que tão “respeitosamente” beijaste o corãoi, Tu, que no “bosque sagrado” de Togo, inclinando-te diante de “uma cuia cheia de água e farinha de milho, “rezaste pela primeira vez com os animistas”, que invocam aos “Poderes da Água”ii; Tu, que louvaste a “profunda religiosidade de Lutero”iii; Tu, que colocaste a Confúcio, Buda, Zoroastro e Maomé ao par com Jesus Cristoiv; Tu, que por amor à liberdade religiosa, empurraste aos últimos Estados católicos a não professar mais a verdadeira religião como religião estadov; Tu, que sempre tem sabido agradar a nossos “irmãos maiores”, reconhecendo que “a Antiga Aliança nunca tinha sido revogada”vi, assiste a teus irmãos tradicionalistas para que possam chegar à “plena reconciliação” e “que eles sejam um”.

Oh Bem aventurado João Paulo, que sofreste tanto dos fundamentalistas Monsenhor Lefebvre e Monsenhor de Castro Mayer, que te negaram o título de “Bom Pastor”vii, intercedas ante o deus dos modernistas e da consciência das Nações Unidas da humanidade, e fortaleças a teu fiel sucessor, Benedito, que afortunadamente te há glorificado, para que possa ter êxito “em vencer as rigidezes [sic] e restrições”, da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, “para dar um espaço ao que tem de positivo e recuperável para o conjunto”. Que ele recorde tua experiência, quando “viu, nos anos posteriores a 1988, que graças ao regresso de comunidades separadas anteriormente de Roma, seu clima interno tem mudado; que o retorno na grande e ampla Igreja comum lhes permitiu superar posições unilaterais e atenuar rigidezes, de modo que logo têm surgido forças positivas para o conjunto”viii.

Oh Bem aventurado João Paulo, obtém que Bento persevere fielmente em teus ensinamentos contaminados de heresiasix, que “confirme a seus irmãos” com “zelo”, não abandonando para nada ao mundo “a bússola para o século XXI”: o “Concílio Vaticano II” e que se mantenha bem sobre o “magistério pós-conciliar dos Papas”, porque “não se pode congelar a autoridade magisterial da Igreja em 1962; isto deve ficar bem clara para a Fraternidade”x.

Assim, a Igreja poderá ser o sacramento da paz mundialista.

Oh Bem aventurado João Paulo, fortalece a Monsenhor Fellay a fim de que ele ilumine ao céticos que duvidam de que a Fraternidade São Pio X tem obtido, por seus milhões de Rosários, o que ela tinha solicitado. Que esses “homens de pouca fé” compreendam que pedir a realeza social de Cristo e obter a “sã laicidade” é a mesma coisa. Que pedir que “a missa tridentina seja restabelecida em seus direitos” e obter um “rito extraordinário” tão santo como a missa bastarda promovida como “rito ordinário” é a mesma coisaxi. Que pedir o retiro e obter o levantamento da ex-comunhão que sempre têm impugnado é a mesma coisaxii. Que atribuir todas essas graças à Santíssima Virgem não é uma blasfêmia, senão demonstrar espírito sobrenatural.

Oh Bem aventurado João Paulo, ajuda os sacerdotes e fiéis a ter sempre cada vez mais cegamente confiança no superior da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. Que ele chegue a persuadi-los de que as coisas têm mudado em Roma. Que Benedito não queria Assis III e que é por isso que “se deixou cair em Assis”, que ele “queria evitar Assis”xiii. E que depois de tua beatificação, querida pelos perversos seguidores da hermenêutica da ruptura, declarou heroicamente mas em privado; “e agora terminou-se”, em outras palavras: deixem-me em paz com este arquivo!xiv Em poucas palavras, ajuda-os a confiar neste Papa que, por diplomacia, tem coisas gravemente contrárias à fé, mas que não adere a elas por si mesmo, e está disposto para fazer o mal para trabalhar melhor depois para a glória de Deus, o bem da Igreja e a salvação das almas…

Oh Bem aventurado João Paulo, dá sempre mais prudência sobrenatural a Monsenhor Fellay para ir com êxito contra os desejos do Capítulo Geral de 2006, a respeito das relações com Roma. Que os membros aceitem que a decisão última pertence somente ao “superior geral e seu conselho”xv e que o verdadeiro princípio que deve dirigir a Fraternidade Sacerdotal São Pio X não é mais “princípio luminoso” do fundador: “O vínculo oficial à Roma modernista não é nada ao lado da preservação da fé”xvi, nem o do Capítulo: “ não há acordo prático sim um acordo doutrinal”xvii, senão que “o único verdadeiro princípio é o de seguir sendo católicos” na Igreja conciliarxviii.

Oh Bem aventurado João Paulo, graças por ter feito mudar de opinião a Monsenhor Fellay, qye erroneamente pensava que Benedito “se sente plena e teologicamente comprometido com o Concílio Vaticano II. Seu ensinamento e governo da Igreja se inscreve diretamente no espírito do Concílio. Aprova é que quer incorporar-nos dentro da Igreja oficial, segundo uma concepção ecumênica. Ele pratica um ecumenismo a respeito de nós” (Iesus Christus, Nº 121, 2009). Graças sobretudo por tê-lo feito entender os erros de Monsenhor Lefebvre, que formava parte daqueles que “para facilitar as coisas fazem uma identificação entre a Igreja Oficial e a Igreja Modernista. Mas isto é um erro, porque estamos falando de uma realidade concreta.”xix

Oh Bem aventurado João Paulo, que a pretensão tão pouco católica e completamente irrealista de Monsenhor Lefebvre cesse para sempre, porque “Roma nunca se retrata”xx. Que a Fraternidade Sacerdotal São Pio X aceite ser livre numa Igreja livre. Que o Beato João XXIII e o Beato Pio IX façam compreender àqueles que têm uma falsa noção da “tradição viva” e de sua “realidade concreta”, que o Papa do aggiornamento e o Papa do Syllabus devem coabitar pacificamente na grande Igreja, que é “Comunhão”. Que “o Romano Pontífice”, com a Fraternidade São Pio X, “possa e deva reconciliar-se e transigir com o progresso, o liberalismo e a civilização moderna”xxi.

Que a Fraternidade São Pio X tenha que ser, “de agora em mais um miserável afluente do grande mvimento de apostasia organizada em todos os países, para o estabelecimento de uma Igreja universal” (Pio X, Notre charge apostolique, 25 de agosto de 1910);

Oh Bem aventurado João Paulo, invoca ao Padre da mentira para que o otimismo e a esperança cristãos façam calar aos “profetas de desgraças”. Oh Príncipe das trevas, termina tua obra! Fica-te pouco tempo para enganar, “se fosse possível, inclusive aos escolhidos”. Persuade-os de que não é necessário para a Igreja Católica estar contra à Igreja conciliar. Ajuda-os, como o nome moderno, a batizar bem o que está mal, verdadeiro o que é falso, porque eles mesmos se tem convertido em mentira” Fumo de Satanás, faz que não se saiba o que se deve crer nem quando crer. Oh palavras proféticas: “Neste novo clima, temos a firme esperança de obter rápido o reconhecimento dos direitos da Tradição católica”. Oh palavras capciosas pronunciadas seis meses mais tarde: “Estamos em guerra, não o esqueçamos!”xxii

O final feliz se acerca porque se “Roma nega o princípio de não contradição”xxiii, hoje em dia já não está só.

Oh Bem aventurado João Paulo, apressa o doce dia do belo “acordo” dos que “não estão de acordo” E dá-nos a Paz e Beijos. Shalom!

NOTAS

iEle em14 de maio de 1999 no Vaticano durante a visita de um grupo de cristãos e muçulmanos iraquianos, o Papa beijou o Corão em público.

iiLa Croix, 23 de agosto de 1985. & Oss. Rom. 11 de agosto de 1985.

iiiEle em 31 de outubro de 1983, mensagem oficial ao cardeal Willebrands para comemorar o 500 aniversário do nascimento do herege Martinho Lutero.

ivEle em 9 de setembro de 1998, na audiência geral de quarta-feira; “É precisamente desta abertura primordial do homem para Deus que nascem as diferentes religiões. Não é raro que encontremos em sua origem fundadores qe se deram conta, com a ajuda do Espírito de Deus, de uma experiência religiosa mais profunda. Transmitir aos outros esta experiência tomou forma nas doutrinas, ritos e preceitos das diferentes religiões” Oss. Rom., 10 de setembro de 1998.

vItália, Chile, Irlanda, Colômbia, Valais… & Oss. Rom. 20/12 de fevereiro de 1984.

viEm /Mangucia/ [é descanso, é vacância/], 17 de novembro de 1980, discurso ante os representantes da comunidade judia da Alemanha Ocidental, DC 78 (1981), p. 427. Esta afirmação será retomada pelo novo Catecismo da Igreja Católica; “a antiga aliança jamais foi revogada § 121” Veja-se São Paulo aos Hebreus 8, 7-13: “ao dizer: uma nova aliança, Deus declarou a primeira antiquada; agora bem, o que se há convertido em velho, o que envelhece, está a ponto de desaparecer”.

viiCarta de 31 de agosto de 1985: “Santo Padre, vossa responsabilidade está gravemente comprometida nesta nova e falsa concepção da Igreja que leva ao clero e aos fiéis à heresia e ao cisma. Se o Sínodo, sob vossa autoridade, persevera nesta direção, Vós não sereis mais o Bom Pastor.”

viiiBento XVI, “Carta de 10 de março de 2009 aos Bispos da Igreja Católica”, em DC Nº 2421.

ixBento XVI durante sua visita à sinagoga de Roma, no domingo 17 de janeiro de 2010: “ A Igreja não há deixado de deplorar os erros de seus filhos e filhas, pedindo perdão por todo o que pode ter favorecido de uma ou de outra maneira as feridas do antissemitismo e do antijudaísmo (Comissão para as relações religiosas com o judaísmo, nós recordamos: uma reflexão sobre a Shoah, 16 de março de 1998). Que estas feridas possam ser curadas ara sempre! Me recordo da oração cheia de tristeza no Muro do Templo de Jerusalém do Papa João Paulo II, em 26 de março de 2000, que ressoa com a verdade e a sinceridade nas profundidades de nosso coração: ‘Deus de nossos pais, tu elegeste a Abraão e a sua descendência para que Teu nome seja levado às nações: estamos profundamente entristecidos pelo comportatamento daqueles que, na história, os fizeram sofrer, a quem são teus filhos, e a pedir perdão queremos comprometer-nos numa autêntica fraternidade com o povo da Aliança”

x Bento XVI, Carta de 10 de março de 2009 aos Bispos da Igreja Católica, no DC Nº 2421.

xiComunicado do Superior Geral da Fraternidade São Pio X, Menzingen, 7 de julho de 2007 & Motu próprio Summorum Pontificum de Bento XVI.

xiiCarta aos fiél de Monsenhor Fellay, de 24 de janeiro de 2009.

xiiiMonsenhor Fellay em Flavigny, na segunda-feira 13 de fevereiro de 2012.

xivMonsenhor Fellay em Flavigny, na segunda-feira 13 de fevereiro de 2012.

xv“Se um acordo com a Santa Sé fosse seriamente considerado, um capítulo geral extraordinário seria convocado para tratar a questão”, Cor Unum, Nº 85, 2006.

xviMonsenhor Tissier de Mallerais, Marcel Lefebvre, una vida, Clovis, 2002, p. 589.

xvii“Os contatos que ela mantém de vez em quando com as autoridades romanas têm por único propósito de ajudá-los a recuperar a Tradição que a Igreja não pode renegar sem perder sua identidade e não em busca de uma vantagem para si mesma, o de chegar a um impossível “acordo” puramente prático” Cor Unum, Nº 85, outubro de 2006.

xviiiMonsenhor Fellay, Falvigny, na segunda-feira 13 de fevereiro de 2012 & “Iglesia Conciliar, Iglesia falsificada, evolutiva, pentecostal y sincretista”. Fideliter Nº 64, julho-agosto de 1988.

xixMonsenhor Fellay em Flavigny, na segunda-feira 16 de fevereiro de 2009 Conferência & Conferência de Monsenhor Lefebvre em Ecône, em 9 de setembro 1988: “Creio que há que convencer-se disso: que realmente vós representais a Igreja Católica. […] Recentemente, se nos disse que era necessário que a Tradição entre na Igreja visível. Creio que se comete um erro muito, muito grave. Onde está a Igreja visível? […] Onde estão as verdadeiras notas da Igreja? […] Está claro que somos nós os que mantemos a unidade da fé, que desapareceu da Igreja oficial. […] Tudo isto demonstra que somo nós os que temos as notas da Igreja visível. […] Não somos nós, senão os modernistas os que abandonam a Igreja. Enquanto a dizer “sair da Igreja visível” é equivocar-se ao assimilar a Igreja oficial e a Igreja visível. Nós pertencemos à Igreja visível, a sociedade dos fiéis sob a autoridade do Papa, porque não rechaçamos a autoridade do Papa, senão ele que faz. […] Sair, portanto, da Igreja ofical? Até certo ponto sim, evidentemente. […] É necessário sair desse ambiente dos bispos, se não se quer perder a alma. Mas isso não é suficiente, já que é em Roma que se instala a heresia. Se os bispos são hereges […] não é sem a influência de Roma. […] O cardeal Ratzinger sempre me dizia: “Mas Monsenhor, não há mais que uma só Igreja, não se deve fazer uma Igreja paralela”. Qual é esta Igreja para ele? A Igreja conciliar, é claro.”

xxEntrevista com Monsenhor Lefebvre de Fideliter, setembro de 1988: “Não temos a mesma forma de pensar sobre a reconciliação. O cardeal Ratzinger a vê no sentido de levar-nos ao Vaticano II. Nós, a vemos como um regresso de Roma à Tradição. Não nos podemos entender. Se trata de um diálogo de surdos. Se eu vivo um pouco mais, e supondo que em algum momento Roma faça um chamado […] nesse momento, serei eu quem porá as condições. […] Eu faria a pergunta no plano da doutrina: “ Estais de acordo com as grandes encíclicas de todos os Papas que os precederam? […] Estais em plena comunhão com esses Papas e com suas afirmações? Todavia aceitais o juramento antimodernista? […] Se não aceitais a doutrina de vossos predecessores, é inútil falar. Entretanto não aceiteis reformar o Concílio, tendo em conta a doutrina dos Papas que os precederam, não há possibilidade de diálogo, É inútil.»

xxi80ª proposição condenada pelo Syllabus in Alloc. Jamdudum cernimus, de 18 de março de 1861.

xxiiComunicado de Monsenhor Fellay em Menzingen, de 24 de janeiro de 2009 & o Editorial do Superior Geral Monsenhor Fellay, Cor Unum nº 94, outubro de 2009.

xxiiiMonsenhor Fellay em Flavigny, na segunda-feira 13 de fevereiro de 2012: “Roma nega o rincípio de não contradição. Todavia podemos discutir com eles? Não sei. Estamos importunados.