MONJAS PARA LA IGLESIA «QUE ESTÁ EN ROMA»

USA: BENEDICTINAS 2010

13 comentarios sobre “MONJAS PARA LA IGLESIA «QUE ESTÁ EN ROMA»

  1. Primero, so todas entradas en años (para ponerlo decente)
    Segundo, tienen todas un look un tanto lesbico… (la de camisola verde claro, diganme si no parece un hombre???)
    Tercero, parecen señoras de un hogar de ancianas…
    Que imagen mas miserable, ni un crucifijo se animan a poner!

    1. buen comentario.. pero x si las dudas te aclaro..
      en la ultima foto.. todas «parecen» tener un crucifico con bordes de «rombo» o cuadrado cruzado.. no se!.. pero no m qeda claro qe es..

      saludos

  2. Maquiadores do crime
    Quem mantém diálogo elevado com criminosos entrega terreno ao inimigo.
    Olavo de Carvalho – 19/9/2010 – 20h38

    Lenin dizia que, quando você tirou do adversário a vontade de lutar, já venceu a briga. Mas, nas modernas condições de «guerra assimétrica», controlar a opinião pública tornou-se mais decisivo do que alcançar vitórias no campo militar. A regra leninista converte-se portanto, automaticamente, na técnica da «espiral do silêncio»: agora trata-se de extinguir, na alma do inimigo, não só sua disposição guerreira, mas até sua vontade de argumentar em defesa própria, seu mero impulso de dizer umas tímidas palavrinhas contra o agressor.

    O modo de alcançar esse objetivo é trabalhoso e caro, mas simples em essência: trata-se de atacar a honra do infeliz desde tantos lados, por tantos meios de comunicação diversos e com tamanha variedade de alegações contraditórias, com frequência propositadamente absurdas e farsescas, de tal modo que ele, sentindo a inviabilidade de um debate limpo, acabe preferindo recolher-se ao silêncio. Nesse momento ele se torna politicamente defunto. O mal venceu mais uma batalha.

    A técnica foi experimentada pela primeira vez no século 18. Foi tão pesada a carga de invencionices, chacotas, lendas urbanas e arremedos de pesquisa histórico-filológica que se jogou sobre a Igreja Católica, que os padres e teólogos acabaram achando que não valia a pena defender uma instituição venerável contra alegações tão baixas e maliciosas. Resultado: perderam a briga.

    O contraste entre a virulência, a baixeza, a ubiquidade da propaganda anticatólica e a míngua, a timidez dos discursos de defesa ou contra-ataque, marcou a imagem da época, até hoje, com a fisionomia triunfante dos iluministas e revolucionários. Pior ainda: recobriu-os com a aura de uma superioridade intelectual que, no fim das contas, não possuíam de maneira alguma. A Igreja continuou ensinando, curando as almas, amparando os pobres, socorrendo os doentes, produzindo santos e mártires, mas foi como se nada disso tivesse acontecido.
    Para vocês fazerem uma idéia do poder entorpecente da «espiral do silêncio», basta notar que, durante aquele período, uma só organização católica, a Companhia de Jesus, fez mais contribuições à ciência do que todos os seus detratores materialistas somados, mas foram estes que entraram para a História – e lá estão até hoje – como paladinos da razão científica em luta contra o obscurantismo. (Se esta minha afirmação lhe parece estranha e – como se diz no Brasil – «polêmica», é porque você continua acreditando em professores semianalfabetos e jornalistas semialfabetizados. Em vez disso, deveria tirar a dúvida lendo John W. O’Malley, org. The Jesuits: Cultures, Sciences, and The Arts, 1540-1773, 2 vols., University of Toronto Press, 1999, e Mordecai Feingold, org., Jesuit Science and the Republic of Letters, MIT Press, 2003).

    Foi só quase um século depois desses acontecimentos que Alexis de Tocqueville descobriu por que a Igreja perdera uma guerra que tinha tudo para vencer. Deve-se a ele a primeira formulação da teoria da «espiral do silêncio», que, em extensa pesquisa sobre o comportamento da opinião pública na Alemanha, Elizabeth Noëlle-Neumann veio a confirmar integralmente em The Spiral of Silence: Public Opinion, Our Social Skin (2ª. ed., The University of Chicago Press, 1993).

    Calar-se ante o atacante desonesto é uma atitude tão suicida quanto tentar rebater suas acusações em termos «elevados», conferindo-lhe uma dignidade que ele não tem. As duas coisas jogam você direto na voragem da «espiral do silêncio». A Igreja do século 18 cometeu esses dois erros, como a Igreja de hoje os está cometendo de novo.

    A sujidade, a vileza mesma de certos ataques são planejadas para constranger a vítima, instilando nela a repulsa de se envolver em discussões que lhe soam degradantes e forçando-a assim, seja ao silêncio, seja a uma ostentação de fria polidez superior, que não tem como não parecer mera camuflagem improvisada de uma dor insuportável e, portanto, uma confissão de derrota. Você não pode parar um assalto recusando-se a encostar um dedo na pessoa do assaltante ou demonstrando-lhe, educadamente, que o Código Penal proíbe o que ele está fazendo.

    As lições de Tocqueville e Noëlle-Newman não são úteis só para a Igreja Católica. Junto com ela, as comunidades mais difamadas do universo são os americanos e os judeus. Os primeiros preferem antes pagar por crimes que não cometeram do que incorrer numa falta de educação contra seus mais perversos detratores. Os segundos sabem se defender um pouco melhor, mas se sentem inibidos quando os atacantes são oriundos das suas próprias fileiras – o que acontece com frequência alarmante.

    Nenhuma entidade no mundo tem tantos inimigos internos quanto a Igreja Católica, os EUA e a nação judaica. É que viveram na «espiral do silêncio» por tanto tempo que já não sabem como sair dela – e até a fomentam por iniciativa própria, antecipando-se aos inimigos.

    A única reação eficaz à espiral do silêncio é quebrá-la – e não se pode fazer isso sem quebrar, junto com ela, a imagem de respeitabilidade dos que a fabricaram. Mas como desmascarar uma falsa respeitabilidade respeitosamente? Como denunciar a malícia, a trapaça, a mentira, o crime, sem ultrapassar as fronteiras do mero «debate de idéias»?
    Quem comete crimes não são ideias: são pessoas. Nada favorece mais o império do mal do que o medo de partir para o «ataque pessoal» quando este é absolutamente necessário. Aristóteles ensinava que não se pode debater com quem não reconhece – ou não segue – as regras da busca da verdade.

    Os que querem manter um «diálogo elevado» com criminosos tornam-se maquiadores do crime. São esses os primeiros que, na impossibilidade de um debate honesto, e temendo cair no pecado do «ataque pessoal», se recolhem ao que imaginam ser um silêncio honrado, entregando o terreno ao inimigo. A técnica da «espiral do silêncio» consiste em induzi-los a fazer precisamente isso.

    Olavo de Carvalho é ensaísta, jornalista e professor de Filosofia

  3. Ó lo qe es en español—

    Maquillaje de la delincuencia
    ¿Quién mantiene el diálogo con los criminales entrega tierras más altas para el enemigo.
    Olavo de Carvalho – 09/19/2010 – 20h38

    Lenin dijo que cuando tomó el adversario la voluntad de lucha, ha ganado la pelea. Pero en las condiciones modernas de la «guerra asimétrica» para controlar la opinión pública llegó a ser más decisivo que las victorias militares se han logrado. La regla leninista se vuelve tan automático, en la técnica de la «espiral del silencio»: ahora se extingue en el alma del enemigo, no sólo su carácter belicoso, sino por su voluntad de discutir la legítima defensa, su mero impulso tímido para decir algunas palabras poco contra el agresor.

    La forma de lograr esto es laborioso y costoso, pero simple en esencia: es el honor del ataque desafortunado desde muchos lados para medios tan diferentes y con una variedad de demandas en conflicto, a menudo deliberadamente absurda y ridícula, de modo que él, percibiendo la inevitabilidad de un debate limpio, acabado prefiriendo refugiarse en el silencio. En ese momento se convierte en políticamente muerto. El mal ha ganado otra batalla.

    La técnica se probó por primera vez en el siglo 18. Era tan pesada la carga de mentiras, burlas, leyendas urbanas y las imitaciones de la investigación histórico-filológica que se juega en la Iglesia Católica, que los sacerdotes y los teólogos sólo de pensar que no era digno de ser defendido contra una institución venerable como las denuncias de bajo y malicioso. Resultado: perdieron la lucha.

    El contraste entre la virulencia, la bajeza, la omnipresencia de la propaganda anti-católica y se desvanece, la timidez de los discursos de defensa o de contraataque, marcó la imagen del tiempo, hasta hoy, con la cara triunfante de la Ilustración y revolucionario. Peor aún, los cubrió con un aura de superioridad intelectual que, después de todo, no había de ninguna manera. La enseñanza de la Iglesia continuó, la curación almas, el apoyo a los pobres, ayudar a los santos por enfermedad, produciendo y mártires, pero fue como si nada hubiera sucedido.
    Para hacerte una idea del poder adormecedor de la «espiral del silencio», sólo para señalar que durante ese período, una organización católica, la Compañía de Jesús, ha realizado más contribuciones a la ciencia que a todos sus detractores combinado materialista, pero estas que pasó a la historia – y hay aún hoy – como campeones de la razón científica en la lucha contra el oscurantismo. (Si esta declaración de la mina y parece extraño – como dicen en Brasil – «controversia» es porque todavía cree en los maestros y periodistas semiilliterates semialfabetizados. En su lugar, debe quitar la duda mediante la lectura de John W. O’Malley, ed. Los jesuitas: Culturas, Ciencias y Artes, 1540-1773, 2 vols., University of Toronto Press, 1999, y Mardoqueo Feingold, ed., Ciencia Jesuíticas y la República de las Letras, MIT Press, 2003).

    No fue sino hasta casi un siglo después de estos acontecimientos que Alexis de Tocqueville descubrió que la Iglesia había perdido una guerra que tenía todo para ganar. Está previsto que la primera formulación de la «espiral de silencio» que, en una extensa investigación sobre el comportamiento de la opinión pública en Alemania, Elizabeth Noelle-Neumann vino a confirmar plenamente en La espiral del silencio: Opinión Pública, Nuestra Sociales Piel (2da. ed., La Universidad de Chicago Press, 1993).

    Cállate antes de que el atacante es una actitud deshonesta tan suicida como un intento de refutar sus acusaciones de «alto», lo que supone una dignidad que no tiene. Las dos cosas arrojan que la derecha en el vórtice de la «espiral del silencio». La iglesia del siglo 18 cometieron estos dos errores, como la Iglesia de hoy está cometiendo otra vez.

    La suciedad, la mezquindad misma de ciertos ataques están diseñados para avergonzar a la víctima, inculcando en ella una repulsión a participar en debates que sonará degradantes y así forzar a que el silencio, es una muestra de cortesía fría superior a no tiene opinión como camuflaje mera improvisación dolor insoportable, y por lo tanto una admisión de derrota. No se puede detener un asalto al negarse a poner un dedo sobre la persona del agresor o mostrando él, amablemente, que el Código Penal prohíbe lo que está haciendo.

    Las enseñanzas de Tocqueville y Newman Noëlle-no sólo son útiles para la Iglesia Católica. Junto a ello, las comunidades más difamado del universo son estadounidenses y Judios. La primera vez que pagaría por crímenes que no cometieron de incurrir en una falta de educación en contra de sus detractores más viciosos. La defensa de estos últimos un poco mejor, pero se sienten inhibidas cuando los atacantes son de sus propias filas – que sucede con una frecuencia alarmante.

    Ninguna entidad en el mundo tiene muchos enemigos internos como la Iglesia Católica, los EE.UU. y la nación judía. Es que vivía en la «espiral de silencio» durante tanto tiempo ya no saben cómo salir de ella – e incluso cultivar su propia iniciativa, anticipando el enemigo.

    La única respuesta efectiva a la espiral del silencio es a romper – y usted no puede hacer esto sin romper, con ella, la imagen de la respetabilidad de quienes la construyeron. Pero cómo exponer una falsa respetabilidad respeto? Informes malicia, el engaño, la mentira, la delincuencia, sin exceder los límites de la mera «lluvia de ideas»?
    Quienes cometen delitos no son ideas, son personas. Nada ayuda más que el imperio del mal por temor a dejar de «ataque personal», cuando sea absolutamente necesario. Aristóteles enseñó que uno no puede discutir con alguien que no reconoce – o no sigue – las normas de la búsqueda de la verdad.

    Los que quieren mantener un «diálogo de alto» con los criminales se maquillaje del crimen. Estos son los primeros que, en la imposibilidad de un debate honesto, y temiendo caer en el pecado de «ataque personal», se han retirado a lo que ellos imaginan que un silencio honorable, entrega la tierra al enemigo. La técnica de la «espiral del silencio», para inducirles a hacer precisamente eso.

    Olavo de Carvalho es un ensayista, periodista y profesor de filosofía

  4. pax tecum……. La Esposa de Jesucristo debe tener ante si,como modelo a imitar, a la siempre Inmaculada Virgen Maria…… Principiando a seguirla en la suma pureza, la modestia y el decoro . Su aspecto EX-TER-NO debe ser el espejo donde quede perfectamente reflejado el interior de su alma. Es por ello;……. debe vestir un SAGRADO Y CASTISIMO HABITO PARA CUBRIR TODOS Y CADA UNO DE SUS VIRGINALES MIEMBROS, in_clu_yendo la cabeza y el cabello, y portar el simbolo que manifiesta la causa de su Consagracion y su FE, el tradicional y muy honrroso rosario , o la muy dignisima cruz con Cristo clavada en ella, colgando de su pecho. Solamente la religiosa de conciencia gruesa y carente ,de profunda y verdadera vida interior, considera y piensa que existen cosas «»»»»»sin importancia»»»»»»» en el autentico desposorio con Cristo. Aunque vosotras vivis convencidas de ser «»»»»»»»ESPOSAS DE JESUS»»»»»»»» , DIOS no os contemplara ni mirara como tales mientras no enmendeis vuestra conducta segun el modo DIVINO. Pues……. ¿¿¿¿¿¿ a quien buscais agradar ……… a EL ……. o al mundo y a vosotras mismas??????????????? Hay que vivirlo , serlo y domostrarlo……….

  5. pax tecum………. La esposa de Jesucristo debe ser fiel imitadora de la siempre Inmaculada Virgen Maria , principiando a seguirla en suma pureza, modestia y decoro. Su aspecto exterior debe reflejar como en un espejo el interior de su alma…….. La religiosa debe cubrir todos y cada uno de sus virginales miembros, in clu yen do la cabeza y el cabello. Debe vestir un Sagrado y castisimo Santo habito, portando el honrrosisimo rosario sobre el ,o la dignisma Santisima Cruz con el Cristo crucificado en ella ……. Si se es ……. hay que serlo parecerlo y demostrarlo. Solamente una conciencia gruesa y un alma ,carente de verdadera y profunda vida interior considera que en la consagracion a Cristo «»»»»»» existen cosas sin importancia»»»»»»»»»»»». ¿¿¿¿¿¿¿¿¿ a quien buscais agradar???????? a Dios …….. o al mundo y a vosotras mismas.

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